Psicoterapia com perspectiva feminista.
FALAR do que te faz sofrer é uma forma de cuidar de suas emoções, melhorar as suas relações pessoais e consigo mesma/o.
Questões no trabalho, dificuldade nos relacionamentos, dúvidas sobre parentalidade, sintomas como ansiedade, depressão ou burnout também refletem uma estrutura social que atravessa a todas/os nós.
Você vive atravessada/o por muitas demandas e, muitas vezes, sem tempo ou espaço para escolher. Mulheres (principalmente) são constantemente sobrecarregadas por exigências externas e internas. Aqui, o cuidado começa ao transformar pressão em reflexão e possibilidade de escolha.
O horizonte do nosso trabalho é que você possa se descobrir, construir e sustentar movimentos que façam sentido para você, validando sua experiência singular mas também considerando os contextos de gênero, raça e cultura que atravessam sua história.
Você não precisa resolver tudo sozinha/o.
Aqui é um espaço para falar livremente sobre suas dores, impasses e desejos, sem julgamento.
Quando existe escuta atenta e profissional, falar do que faz sofrer pode ganhar novos sentidos — e abrir caminhos de cuidado e transformação.
Cuidar da saúde mental também envolve o que te conecta ao mundo. Seus prazeres, interesses, amizades, trocas, lazer, corpo em movimento e espaços de pertencimento. Muitas vezes, nem sabemos mais do que gostamos — e isso também é um ponto fundamental de cuidado na escuta feminista.
A partir dos encontros e conexão terapêutica aquilo que se apresenta como dor vai sendo nomeado, resignificado e elaborado. Respeitando o seu tempo e singularidade.
O eixo do trabalho é a escuta psicanalítica.
Em momentos pontuais e questões específicas é possível se expressar pela arte como recurso facilitador da fluidez da palavra.
O uso de materiais expressivos — como o desenho, pintura e a colagem — podem atingir novas formas de representar, expressar e falar de suas vivências.
Com uma trajetória marcada pelo compromisso ético e político com mais de 20 anos de atendimento a mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ em espaços terapêuticos e culturais.
Realizo atendimento clínico e também grupos e oficinas terapêuticas. Faço parte do Núcleo de Saúde Mental do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde- Sp.
Sou participante do Fórum do Campo Lacaniano – Campinas, participante da atividade de Formação Clínica: Seminário- Sociedade heterocis-patriarcal-colonial, críticas feministas e psicanálise no Fórum do Campo Lacaniano- Sp e especialista em Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae, sendo também membro do departamento.
Minha formação baseada no tripé psicanalítico me permite oferecer uma escuta ativa e humanizada, sustentada por anos de experiência no atendimento a pessoas que buscam respeito às suas vivências.
R.: Atendimentos particulares. Emito recibos que também servem de reembolso para a maioria dos convênios – verifique com sua operadora as condições e valores para psicoterapia.
R.: Não. O foco é a fala e a escuta clínica. A arte como recurso é apenas para quem se interessa e em momentos pontuais.
R.: O trabalho é para todas as pessoas.
A perspectiva feminista e interseccional orienta o meu posicionamento ético, sustentando uma clínica atenta aos atravessamentos sociais do sofrimento.
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